Histórias de mulheres empoderadas


Olá, Profissionais de Eventos!


Recentemente participei do projeto #comoelachegoula liderado pela querida amiga Isabel Arieta e por Vera Helena Abissamra Assis.


Essa iniciativa me desafiou a construir minha história em narrativa, algo que nunca tinha feito antes. Esta construção me inspirou a dar sequência e responder algumas perguntas que eu sempre ouço sobre a motivação e os propósitos que me levaram a criar e promover através da Evento Único algumas das importantes iniciativas do calendário dos profissionais do mercado de eventos: BenchMICE, MICE Meeting e o Mulheres de Eventos.


Em séries eu trarei estas respostas a vocês, começando hoje sobre como me inspirei e idealizei o Mulheres de Eventos.


Há cerca de 6 anos, quando eu atuava como gestora de eventos na AstraZeneca, tive acesso aos Princípios de Empoderamento das Mulheres (WEPs) criados pela ONU Mulheres e Pacto Global.


Este conhecimento mexeu muito comigo e participar do evento que promovemos para as mulheres da empresa me ajudou a resgatar e repensar sobre a causa das mulheres, assunto latente no meu coração e dia a dia durante a minha juventude nos anos de 1980 através do programa TV Mulher e revistas femininas da época, que começavam a dar foco ao tema.


Amadurecer nos anos 80 e em contato com estas iniciativas impactou minha formação e despertou em mim um olhar empoderado, muito antes desta palavra fazer parte do nosso vocabulário.

O programa e as revistas que eu assistia e lia fortaleceram minha personalidade independente, que desde muito jovem sonhava em morar sozinha, ser autossuficiente e jamais depender de quem quer que seja para sobreviver.


40 anos se passaram e ainda temos muuuuito o que discutir e transformar neste assunto em nossa sociedade

A participação do evento da AZ realizado em parceria com a ONU Mulheres foi o resgate da menina dos anos 80, durante o evento refleti sobre minha vida e carreira e sobre como ter estado atenta ao movimento naquela época impactou minhas escolhas pessoais e profissionais.


Por isso, ao sair da AZ em 2017, eu sentia que era preciso falar sobre empoderamento feminino, equidade de gênero, remuneração justa e sororidade para as inúmeras mulheres que fazem o mercado de eventos acontecer. A grande maioria destas mulheres é freelancer ou atua em empresas de pequeno/médio porte, não tendo acesso a ações como a que tive o privilégio de vivenciar, por isso, no final de 2018 criei o Mulheres de Eventos em um momento de inspiração e em março de 2019 realizamos a primeira edição na semana da mulher.


🎀 Em 4 edições realizadas o evento cresceu e ganhou fãs, na edição de 2022 batemos mais de 300 participantes, um crescimento de 1000% em comparação a 1a. edição onde tivemos apenas 30 convidadas.


Desde a 1a edição mulheres vencedoras, empoderadas e atuantes no mercado de eventos estiveram em nosso palco contando suas histórias de valor e em 2022 o evento se consolidou ampliando a agenda para outros temas como saúde feminina e preconceitos raciais sofridos por mulheres.


🙋‍♀️🙋‍♂️ Conhece o Mulheres de Eventos? Se ainda não, você precisa conhecer, assista a 4a. edição do Mulheres de Eventos e participe você também dessa discussão.


Curtiu nosso propósito? Vamos juntxs?!


Saiba mais sobre a ONU Mulheres

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